3.4.10

Give me something to believe in.

1.4.10

estou de volta

Há imenso tempo que não publico, aqui, os meus textos, o que não quer dizer que tenha parado de escrever.
Já tinha saudades disto. Houve muita coisa que mudou na minha vida mas a essência do que escrevo continua a mesma: it's all about LOVE!

14.1.09


Tudo depende da maneira como encaramos as coisas.

12.1.09


Uma pessoa não permanece na nossa vida só por termos preguiça de a tirar. Isso eu tenho a certeza, e tu também sabes, só não queres admitir, maldito orgulho não é?

20.11.08

Eu nunca me esqueci de ti

Sabes, quando me sento na minha secretária, para escrever, porque me dá uma enorme vontade de o fazer, penso muitas vezes em ti - como agora. Estás nas músicas que oiço e no ar que respiro. O Rui Veloso canta-nos ao ouvido coisas lindas que falam de ti e de nós e eu sorrio, na minha solidão, porque sei que nunca mais me vou sentir sozinha, mesmo que estejas do outro lado do mundo, em busca dos teus sonhos e distraído com outras raparigas que não fazem a mínima ideia de quem é o Rui Veloso, nem de que cor é o céu em Portugal.
Andas por aqui e às vezes sinto-te a abraçar-me com cuidado enquanto tento adormecer, ou a aconchegar-me o lençol. Depois sais sem fazer barulho, partes e eu fico a ver-te. No dia seguinte, acordo tal como se o mundo começasse de novo.
Há quem ande escondido uma vida inteira, mas adoro o teu olhar inseguro, porque tu fizeste-me sentir o ser mais leve e, mesmo que tenhas duas almas em guerra e não saibas quem vai ganhar, eu sou a tua estrela da sorte e sou eu a miúda que te faz acreditar que o Sol é um presente, só para ti.
Já passaram mil anos desde a despedida, mas o tempo não sabe nada, o tempo não tem razão. E, durante este tempo infinito, ensinei-te a não esquecer que o meu amor existe.

19.11.08

A caixinha


Dizem que há uma caixa dentro do peito, onde a tristeza se guarda. Gostava de saber como ela é, mas como nem sinto o peito, é um bocado complicado. O meu coração até que é saudável. Tenho aurículas e ventrículos que sabem o que fazem e pulmões de nadador salvador, mas como não sinto o sangue estremecer há muito tempo, não tenho peito. Se o peito for aquele lugar onde dói, quando se sangra de saudade, se é no peito que se fazem sentir as batidas mais rápidas que nos fazem sentir mesmo vivos, eu não tenho peito.
Desde aquela vez, na paragem, em que ele entrou no Expresso, que estou assim. Ele abraçou-me e, depois, quando me largou, senti um aperto no peito - sim, nessa altura ainda o tinha, de certeza que o tinha.
Depois de ele nunca mais ter voltado como meu, perdi a noção do tempo e do espaço. Olho para o céu e vejo o mar, olho para o mar e vejo outro mundo qualquer.
Quando me lembro da primeira vez que nos beijámos, dá-me vontade de chorar, mas como as lágrimas também saem daquela caixinha, os olhos permanecem secos e ainda me sinto mais vazia.
Ter uma parte de nós que pertence a alguém que já não faz parte da nossa vida é muito estranho e eu não quero viver mais assim. Quero conseguir abrir a alma e deixá-lo partir de vez e pode ser que, nesse momento, a caixa se abra e eu consiga libertar toda a tristeza que trago no peito - que não sinto.

18.11.08

Guarda este segredo

Vou pedir-te uma coisa. É importante. Guarda-me este segredo! Normalmente temos tendência para gostar do que nos faz mal e eu... eu gosto de ti. Desculpa a sinceridade, mas é a verdade. Tu fazes-me (muito) mal. É pena, porque o que sinto por ti é demasiado forte. (...)
PURA FICÇÃO (?)